09 maio 2015

Os 5 melhores e piores jogos do Super Nintendo

Na foto acima vemos um anjo celestial coberto de purpurina brilhante e com seus magníficos poderes de sedução e beleza genuína. E do lado uma garota genérica aleatória.

Nada é mais gratificante do que poder falar dos mais grandiosos clássicos da era 16-bits aqui no blog. Acho que essa é uma das coisas que eu mais gosto de fazer depois de dançar pelado músicas dos anos 80 com certeza!

... Que foi?

Mas, hoje é um caso particularmente especial, pois não estaremos falando de um console qualquer, e sim, um sobrevivente de guerra, um videogame que foi completamente importante no processo de construção e criação do que temos nos jogos dos dias atuais e talvez até mesmo nos próprios videogames. Senhoras e senhores, meninos e meninas, capitalistas e comunistas, gays e lésbicas, fanboys e haters, apresento-lhes à vocês o incrível Super Nintendo!

Se você acompanha o blog (se não, comece agora!) sabe que eu já fiz uma lista dos cinco melhores e piores jogos do Mega Drive, certo? Eu já expliquei naquela lista que a Sega e a Nintendo nos anos 90 viveram uma guerra amaldiçoada para ver quem era o rei dos 16 bits e tudo mais. E claro, se eu fiz uma lista dessa para o Mega Drive, eu nunca, repetindo, NUNCA deixaria o Super Nintendo de fora. Era só questão de tempo até o melhor videogame da Nintendo ter sua listinha aqui.

E este foi sem dúvidas o melhor console da Nintendo, uma relíquia na mão de qualquer pessoa que acompanhou a "Era de Ouro dos Games", época onde muitas séries de jogos foram criadas ou apenas evoluíram. As séries Mario e Zelda se expandiram completamente a ponto de terem os seus melhores jogos, até hoje não foram superados, Donkey Kong finalmente ganhou seu próprio jogo e sua identidade, a Square-Soft produzia seus melhores títulos, nasceram franquias como Star Fox e F-Zero, etc;

Resumindo, foi uma das melhores épocas para os fãs de videogame, recheado completamente de excelentíssimos jogos. Pode parecer que não, mas, estou tendo incríveis dificuldades para selecionar quais títulos colocar nesta lista, não é fácil resumir em cinco todos os incríveis jogos de SNES, certo?

... E sim, o SNES foi o melhor console da Nintendo, podem falar o que quiserem.

E... É isso, vamos lá!
 
 
OS CINCO MELHORES JOGOS!!! 
 Eba, a melhor parte é agora amigos!
 
 
5° Lugar: Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest

Sim, eu amo com todas as forças da minha alma a série Donkey Kong Country, para ser mais específico, o primeiro jogo. Mas, coloca-lo aqui apenas por puro e simples gosto pessoal não é ser crítico e muito menos inteligente.

De um jeito ou de outro qualquer um consegue enxergar que Donkey Kong Country 2 é simplesmente um dos jogos de side-scroller mais geniais que já ousaram existir. Esse platformer pré-renderizado foi uma das maiores conquistas da Rare. Não tem como você sequer jogar um segundo disso sem admirar por completo o level design, as músicas, a jogabilidade e os gráficos!

Esse título tem uma história super simples e eu posso resumi-la facilmente. Donkey Kong foi sequestrado pelos Kremlings, Diddy Kong e Dixie Kong devem salvá-lo. Viu só? Simples, né? E pensar que ainda tem nego que ganha dinheiro fazendo isso.

 O principal charme deste jogo não está na história, para o óbvio do óbvio. Está nos controles e no level design espetacular. Donkey Kong Country 2 pegou tudo que já tinha de bom no último jogo e melhorou o quê precisava de melhoras. Ainda podemos pegar barris e outros itens e jogá-los aonde quisermos, desvendando passagens secretas ou até nocautear qualquer noob que aparecer no caminho. Ainda podemos juntas as letras que formam K-O-N-G para ganharmos uma vida. E ainda temos os mini-games que nos recompensam com bananas e Tokens... Nenhuma sensação é melhor do que encontrar o Token antes que o tempo acabe.

Ah, e ainda podemos nos montar em outros animais como Rinocerontes e Cobras.

Sim cara! COBRAS! Você já jogou algum jogo que te permite domar uma cobra? É claro que não! COBRAS SÃO INCRÍVEIS!....

... Eu não devia ter dito isso. 

Aqui jogamos com Diddy Kong e sua namorada Dixie Kong, ambos podem estar se ajudando ou isolados. E é impressionante a forma como o jogo te incentiva a querer estar usando os dois personagens, já que juntos realizam técnicas que não poderiam realizar se estivessem separados. Há muitas seções de plataforma opcionais que te exigem a participação dos dois ou apenas um deles em específico. E querem saber? Isso é demais! Além de que há muitas outras sacadas geniais no level design deste jogo, eu só estou com preguiça de ficar falando quais.

Para quem não entendeu, você pode controlar apenas um dos dois enquanto o outro segue, se você for atingido este foge e você controla o outro em seguida. "E se eu estiver controlando apenas um e for atacado?", aí você perde uma vida meu amigo. Você consegue reviver seu amiguinho se encontrar ele em um barril escrito "DK".

Ah, antes que eu me esqueça, no final de cada fase o jogo nos da uma chance de conseguir um item bônus ao pularmos em uma cama elástica, que é um toque bem adorável também.

Além da jogabilidade perfeita ainda temos uma das mais lindas trilhas sonoras da série e dos jogos daquela época. Para quem não sabe, o nome por trás das melodias deste jogo é ninguém menos que David Wise, um compositor britânico que naquela época tinha acabado de sair da Rare. Seu trabalho com a série Donkey Kong Country foi marcante, com músicas que conseguiam ser bem climáticas e ainda utilizar bem os sons do cenário, simplesmente orgasmático!

Resumindo, Donkey Kong Country 2 é um dos melhores jogos de plataforma já produzidos, jogue-o e seja feliz.


4º Lugar: The Legend of Zelda: A Link to the Past

Isso sim que é um fuckin' jogo de exploração!

The Legend of Zelda: A Link to the Past é sem dúvidas o melhor jogo da série Zelda, o mais bem desenvolvido e planejado. É basicamente o mesmo primeiro jogo de NES só que com algumas alterações, não te jogando em um mundo completamente grande e te deixando perdido. Até porque fazemos quase as mesmas coisas nos dois jogos, Link sai de sua casa, pega uma espada, consegue milhares de itens diferentes, salva a princesa Zelda e derrota Ganon sozinho...

... É, não é tão simples assim, mas, vocês entenderam. Eu sei que tanto no primeiro Zelda quanto A Link to the Past há muitas diferenças se olharmos atentamente.

A Link to the Past pode parecer um jogo simples, até porque ele é. Você é um herói que anda por todo um reino explorando cavernas, enfrentando criaturas mágicas, soldados do reino e usando itens para poder progredir. Apesar do conceito simples, e jogo pode lhe oferecer muitas horas de diversão. Enfrentamos um resgate simples no começo e depois disso, voalá! Temos um vasto reino para podermos explorar do jeito que preferirmos!

Mas, espera aí, há certos lugares que só são acessíveis com o uso de certos key itens. Isso é ruim? Claro que não! O jogo, indiretamente, te faz ir atrás de itens e key itens para liberar e acessar outros lugares de uma forma incrível, e para conseguir outros itens e key itens, claro.  

Sério, nada é melhor do que descobrir passagens secretas nos jogos do Zelda, ainda mais quando você utiliza um meio para conseguir o feito. É sempre gratificante! O mistério está na essência da série e ficar explorando lugares misteriosos é uma das coisas da qual fazem Zelda ser Zelda.

As dungeons foram arquitetadas de uma forma muito mais dinâmica que as do primeiro jogo. Cada uma lhe oferece um desafio diferente e um enigma diferente para ser resolvido. Certas dungeons são monstruosamente difíceis, como a Desert Palace. Resolve-las exige um pouco de paciência do jogador, mas se tornam algo essencial na qualidade do jogo. Resolver quebra-cabeças através apenas de sua habilidade é um charme que deve estar em todos os The Legend of Zelda, o legal não é a recompensa que você recebe no final, é o sentimento de "Consegui!".

Afinal, Zelda não seria nada sem dungeons, certo? É algo que faz parte de sua identidade também.

Os sistema de combate não é grande coisa, mas, é bom o suficiente e se encaixa perfeitamente com o tipo de jogo que estamos falando. É simples, fácil e prático de se executar, de forma que pode acompanhar perfeitamente o ritmo da exploração. Porém, não é nada impressionante ou que lhe divirta muito, afinal, combate nos jogos 2D da série nunca foram o foco.

Mas, o maior charme de A Link to the Past é o fato de podermos explorar uma versão "dark" de Hyrule, o Dark World (Sacred Realm), um lugar que foi corrompido pelas forças das trevas. O Dark World consegue ser muito semelhante a Hyrule se olharmos superficialmente, porém os locais foram muito alterados. Isso tudo fica melhor com o uso do item "Magic Mirror" que lhe permite viajar entre os dois mundos nos exatos lugares em que se é feito a transição, lhe permitindo acessar muitos locais difíceis do qual não era possível antes. É uma exploração sem fim!  

3° Lugar: Final Fantasy VI

O que dizer sobre Final Fantasy VI? Essa é simplesmente uma das maiores obras de Hironobu Sakaguchi e de todo o pessoal da Square naquela época.... Bom... Na verdade o Sakaguchi foi só o produtor deste jogo e não diretor...

Mas que se dane, para mim ele é o cérebro por trás de tudo e sempre será!

O enredo é sem dúvidas o melhor que eu já vi em um Final Fantasy, mesmo não tendo os cristais que meio que davam uma identidade à franquia, tem um clima completamente prendedor, a trama é complexa e os personagens são, além de carismáticos, bem desenvolvidos. É raro uma história conseguir prender tão bem assim alguém, acho que só Final Fantasy Tactics consegue chegar à essa altura se compararmos os padrões da série.

Como eu disse, a trama é complexa e rica, apresentando personagens nos momentos certos e colocando cada um em seu devido lugar dentro do desenvolvimento do enredo. Ele não gira exatamente em torno de Terra, a protagonista, mas deixa claro os sentimentos e crises internas de cada personagem, seja de forma misteriosa ou claramente aberta, e vê-los evoluindo com o progredir dos capítulos é bem satisfatório. 

E querem saber, isso é demais. Até esse jogo ser lançado era muito raro ver outros que fossem tão radicais na parte da história, até mesmo nas histórias da própria série. Digo, FF tinha uma história completamente rasa, fraca e quase sem vida, em FFII já houve um certa evolução, com direito de personagens conscientes e um backstory mais original e FFIII só é a mesma coisa que o primeiro, com aquela velha história rasa de quatro heróis que foram escolhidos pelos cristais para derrotarem o mal como na profecia e blá-blá-blá...

Mas daí veio a era 16-bit com os FF's fodões de SNES! FFIV e FFV surgem com um enredo muito mais desenvolvido que os anteriores e com personagens mais originais, carismáticos e envolventes, mas ainda não chegavam a ser obras-primas nem histórias realmente boas. FFVI então aparece com um enredo muito mais rico, envolvente, divertido, complexo e com personagens que fazem mais além do próprio papel, eles são completamente humanos e conseguem tirar sentimentos até de nós mesmo.

 Terra é uma garota que sofre, e quando eu digo que ela sofre é porque ela é completamente desgraçada logo no inicio do jogo, sendo manipulada e obrigada a matar soldados apenas para testar seus poderes. Ah é, ela tem poderes de magia no qual ninguém sabe o motivo, exceto os vilões porque...

Ora essa, são vilões! Eles sempre sabem a verdade!

Falando em vilão, esse jogo tem um dos melhores vilões que já existiram na história dos games...
 
O vilão... Oh, o vilão...
 
 Prepare-se para ver atos de pura maldade para gratificar só a quem pratica ela. Kefka é um personagem sombrio e insano, capaz de matar até o cãozinho mais dócil da caixa de adoção de cães, faz o quê faz não só para dominar ou oprimir as pessoas no mundo em que vive, mas também por puro prazer em ver dor e sofrimento. E é isso que o faz ser um personagem bem amável (ou odiável) pro todos da fanbase, sinceramente, Sephiroth não é nada comparado à esse monstro. Dominar o mundo inteiro ainda é pouco para ele, até porque ele é um dos pouquíssimos vilões que conseguem concluir seus objetivos.
 
Pronto, falei!

... Bom, onde estávamos? Ah sim, Terra...

 Há ao todo treze personagens protagonistas além de Terra e seu fosse falar de todos esse texto iria ficar maior do que o direito que ele tem de ficar, mas resumido isso de uma vez por todas, se você estiver a procura de um jogo com um bom enredo com personagens cativantes e bem desenvolvidos, aconselho jogar Final Fantasy VI, não ficará decepcionado, vai por mim.

Como todos sabem, Final Fantasy é uma série de jogos de RPG, criada pela Square-Soft em 1987, é considerada a melhor franquia deste gênero depois de Dragon Quest. O sexto jogo da franquia é recheado de muitas coisas que gostamos em um RPG, várias classes, muitos itens e equipamentos, relíquias (uma puta adição se querem saber), batalhas em turnos, um mundo inteiro para explorar (por mais que você vai descobrindo ele aos poucos), capítulos marcantes, bosses marcante, inimigos marcantes, jesus! Alguma coisa saiu errada neste jogo? Eu duvido muito disso.

Além disso tudo, o jogo tem um sistema interessante com as técnicas de invocações, onde podemos aprender qualquer técnica de magia através de artefatos sagrados (pelo menos eu acho que eles são sagrados) e também invocar em qualquer batalha os Espers (criaturas místicas do jogo) uma única vez. Assim você transforma seu exército em um bando de Mages de todos os tipos, Summoners com uma única invocação e ainda pode controlar perfeitamente os atributos de cada um, como ataque, defesa, velocidade, etc.

Enfim, Final Fantasy VI é um RPG recomendável em todos os sentidos e uma jogatina obrigatória para qualquer fã deste gênero, se não jogou ainda está perdendo MUITA coisa.

2º Lugar: Super Mario World

E afinal, como poderia existir uma lista dos melhores jogos do Super NES sem ter nele um dos mais geniais jogos side-scroller que já existiram? Super Mario World é provavelmente o melhor jogo do Mario, o auge de sua carreira, seu maior triunfo!

Tá certo que o bigodudo estava meio que no início de sua carreira e seus jogos ainda estavam em um delicado processo de descobrimentos. Mas quem se importa? Mario era incrível!

Esse jogo meio que tem uma premissa simples sobre como Mario, Luigi e Peach foram parar na Dinosaur Land e se envolveram com Yoshi e sua missão de salvar seus amigos das tartarugas gigantes que os selaram em ovos e etc. Eu poderia ficar aqui um bom tempo contando sobre esta história, mas, sinceramente Mario nunca teve jogos focados em enredos e nem nada disso, ficar enrolando com a história seria perda de tempo na minha opinião, então farei da mesma forma que fiz quando resumi o enredo de Donkey Kong Country 2:

Peach é sequestrada por Bowser, Mario e Luigi devem salva-la... De novo.

...Por que não estou surpreso?

Como era de se esperar o estereótipo do herói que salva bravamente a princesa das mãos do vilão e das forças malignas está aqui novamente, e não que eu considere isso ruim, exatamente (Olha, rimou), mas a Nintendo é conservadora ao extremo neste aspecto e é meio raro algum jogo do Mario ter um enredo diferente, até agora não me lembro de muitos se querem saber. Talvez a intenção seja exatamente essa para que os jogadores não liguem para a história e se foquem no jogo, eu acho, sei lá.

Antes de mais nada, a adição mais notável em Super Mario World é a possiblidade de Mario poder montar em Yoshi, o dinossauro verde que mais tarde se torna um dos personagens mais icônicos da série. Com Yoshi é possível executar outras técnicas como usar sua língua para comer cascos e depois cuspi-los como bolas de fogo, além de que o uso dele é necessário em certas seções opcionais de plataforma. Na verdade, o próprio Shigueru Miyamoto (Designer japonês feioso imortal) disse uma vez que queria que o Mario tivesse uma montaria desde os primeiros jogos, mas, que não era possível por conta das limitações do NES.

... E eu admito que enquanto já cheguei a sacrificar o Yoshi para poder alcançar uma local mais alto...

 Enfim, o level design das fases é um dos mais lineares que eu já vi. Diferente de Sonic que tinha fases mais robustas e com várias camadas de caminhos alternativos, Mario é um jogo que foca mais nas seções de platforming que surgem ao longo do caminho, sejam armadilhas, diferentes formas de derrotar os inimigos, conseguir itens em tijolos flutuantes ou entrar nos canos e experimentar outras divertidas e simples seções de platforming. É engraçado notar que as fases foram arquitetadas de forma clara, mas que o jogador tinha liberdade para executar ela da forma que quisesse.

Digo, olha por exemplo a fase Yoshi's Island 1, logo de início nos aparece uma gigante bala de canhão que se move devagar em nossa direção, o que é lógico para nos dar tempo para pensar em como vamos evita-la. O pensamento mais simples seira apenas se abaixar e deixa-la passar, porém, ainda é possível pular em cima dela e derrota-la. Ou também na Yoshi's Island 2, também no início tem uma parte mais alta cheia de Koopas em linha reta um atrás do outro, o mais fácil seria apenas pular em cima do primeiro e depois cair no casco que o mesmo deixaria no chão para ele sair atropelando todo o resto da fila, mas também é possível ir pulando em cima de cada um e controlar a forma como você irá derrota-los.

É, eu sei, parece bobo, mas esse é um dos elementos que fazem Mario ser um bom jogo de plataforma e essencialmente estão presentes na franquia. O jogo está realmente na sua mão e você está livre para jogá-lo da maneira que achar melhor, é tão excitante, tão incrível!

E todas essas possíveis maneiras diferentes de jogar o jogo só aumentam quando você ainda pode pegar cascos e jogá-los, montar em um dinossauro verde, usar um botão para correr mais rápido e até mesmo pegar outros tipos de habilidades. São inúmeras possibilidades e tudo que você faz no jogo te recompensa de acordo com sua técnica como jogador...

... E essa é a mágica.


1° Lugar: Chrono Trigger

Em nenhum momento eu havia dito que Final Fantasy VI era o melhor RPG já produzido da Square, certo? É porque ele tem um primo não muito distante, e este primo é foda demais e é possivelmente o melhor jogo do gênero que já existiu.

E o nome deste primo é Chrono Trigger!

Feito pela já dita Square-Soft em 1995, este jogo já estava fadado à ser uma grande obra-prima, a equipe responsável por desenvolve-lo só contava com artistas talentosos, eles eram o "Dream Team". Tendo como designer Hironobu Sakaguchi, criador de Final Fantasy, como roteirista Yuji Horii, criador de Dragon Quest, como compositor Nobuo Uematsu e Akira Toriyama, famoso por ser um dos principais artistas no mangá de Dragon Ball.
 
Digo, olha para esses caras, este grupo é praticamente o Led Zeppelin em forma de grupo de game designers! Eles tinham simplesmente tudo para criarem o maior e mais contemplado jogo de RPG que já existiu...

... E pelas bolas de Clint Eastwood, os filhos da mãe conseguiram!

 A começar pela história, devo dizer que ela é sobre viagens no tempo e consegue ser plausível ou no mínimo boa. O protagonista é o estereótipo do "Heróis involuntário" chamado Crono, um garoto ramdom que não tem nenhuma personalidade definida. E por quê? Porque esse é um daqueles jogos que tentam criar uma sensação de que o personagem protagonista é você e as emoções dele são as mesmas que as suas. Muito jogos tem isso, como Pokémon, Zelda, Breath of Fire e Shining Force, por exemplo.

Ok, Crono acorda uma manhã e vai para um evento de comemoração em uma praça, lá ele se tromba com uma garota meio inocente e carismática chamada Marle. Ambos vão para uma apresentação de uma amiga de Crono chamada Lucca, uma nerd que criou uma máquina de teleporte. Tudo estava indo bem até que Marle quisesse experimentar a máquina, ao entrar nela ocorre um erro por conta do colar que ela estava usando. Criando uma espécie de Warp Zone que a leva e de repente some. Crono e Lucca então resolvem ir atrás dela e isso faz com que eles voltem algumas décadas no passado.

Lá eles descobrem que Marle é descendente da rainha Leene e todos estavam se dirigindo à ela como se ela fosse mesmo a rainha daquela época... Que estava desaparecida.

Pois é, sabemos onde isso vai dar, por ela ter voltado no passado e ter impedido que a verdadeira rainha fosse encontrada e ter sido provavelmente morta e destruída por outras criaturas cria um paradoxo temporal fazendo com que a própria Marle suma. Afinal, se sua antepassada morreu e não teve filhos, como ela poderia existir?

Whatever, treta vai e treta vem, Crono e Lucca conseguem restaurar o passado e logo após eles e Marle são mandados para o presente onde Crono é preso por levar a princesa para lá e para cá por ordens do chanceler e depois eles viajam para o futuro. 

Lá eles se deparam com um mundo apocalíptico e completamente arruinado, onde as pessoas sobreviventes, que são poucas, vivem com fome e frio e dentro de laboratórios isolados, uma condição horrível de vida. E tudo por culpa de uma criatura que caiu na terra como meteoro há um tempo atrás, esta criatura se chamava Lavos, um monstro com poderes devastadores e inimagináveis que sente prazer em ver tudo sendo destruído e pá.

É amigos, apresento à vocês nosso vilão, para quem é mais lerdo que o Peter Griffin e ainda não sacou. 

E sabendo disso, Crono, Lucca, Marle e outros trutas que se unirão mais tarde, resolvem usar os portais de viajem no tempo para impedir que Lavos consiga destruir o mundo, e isso os fazem ir para diversos locais, desde a era das pedras ou qualquer outra época no futuro. E essa é a premissa do enredo, é simples mas intrigante, me dá vontade de continuar assistindo, gosto muito deste estilo de história se querem saber.
 
E ela consegue se desenvolver muito bem aliás, os personagens não chegam a representar completos estereótipos e todos são profundos e tão únicos que será impossível você não gostar deles. Além de que o enredo em si é ótimo de qualquer forma.

 Como um RPG devo dizer que esse jogo oferece, e muito! Afinal quais são os principais aspectos de um jogo deste gênero? A interação com um mundo é um deles com certeza.

Digo, Chrono Trigger realmente tenta oferecer um mundo carismático e vivo, desde a forma como você interage com as pessoas ou como elas praticam atos simples. Tudo deixa o jogo mais rico! Até hoje eu não me esqueço de quando fui dormir em um "INN" para restaurar HP e MP e fiquei tempo demais no quarto depois que acordei (Não, não é isso que você está pensando) e de repente surge a dona da residência comercial e começa a arrumar a cama uma por uma!

É, eu sei que parece bobo, mas, isso era tão lindo, até parecia que o jogo era tão vivo que eu começava a acreditar por um momento que ele realmente fosse.
 
... E não, eu não senti vontade de paquera-la para aproveitar camas tão bem arrumadinhas.
 
Lembram quando eu disse que nós assumimos o papel do herói durante o jogo? Porque é bom que vocês tenham levado isso à sério. Tudo que ocorre aqui gera ação e reação, às vezes eu tinha medo até da ordem que eu conversava com as pessoas à minha volta. É sério. E além do mais podemos conversar com as pessoas, não de uma forma prática obviamente, mas quando elas nos perguntam algo nos aparece respostas alternativas e podemos livremente escolher qual queremos dar à ela.
 
Essas respostas podem ser atos também, como por exemplo salvar um prisioneiro em uma sela da prisão. 

... E essas coisas também geram ação e reação, podemos fazer pessoas nos odiarem ou nos amarem neste jogo e até mínimas ações causam efeitos futuros.

E digo de longe que isso foi um dos principais segredos do sucesso de Chrono Trigger. Para ampliar o interesse de vocês quero que saibam que esse jogo tem mais de 10 finais alternativos...

ISSO MESMO, MAIS DE 10 FUCKIN' GENIOUS FINAIS ALTERNATIVOS E ISSO GERA PRATICAMENTE UM FATOR REPLAY INFINITO!

Além do mais ainda temos o sistema de batalhas que é perfeito. São batalhas em turnos como de um RPG tradicional se olharmos superficialmente, mas tem um estilo único. Antes de mais nada, as batalhas vão ocorrer diretamente nos cenários, evitando mudanças climáticas ou troca de ambientes.

Quantas vezes você não jogou Final Fantasy em grama baixa no meio das montanhas e quando rolavam batalhas os fundos delas eram um rio bonito com um castelo e talz?

... É, eu também não gostava daquilo, era completamente broxante.

Porém, o sistema de batalha de Chrono Trigger utiliza o belo sistema ATB (Active Time Battle) que fez sucesso em FFIV. Não só isso, mas o jogo deixa essas batalhas em turnos mais reais quando se trata dos limites do ambiente e das posições em que os personagens estão. Digo, eu posso usar um combo em um inimigo que está longe, mas, se outro estiver perto o mesmo combo pode pegar dois de uma vez.
 
Logo, distância e noção de espaço que pode ser crucial em alguns momentos no jogo e querem saber? Isso é ótimo!

É de fato uma ótima maneira de criar uma jogabilidade inovadora em um RPG e esse é mais um dos mais lindos charmes deste título.

Ah é, e também tem como fazer combos em duplas. Oh, é mesmo, combos em duplas... FODA!
 
 
MENÇÕES HONROSAS!
Jogos bons, mas que não tiveram como entrar na lista. Porém, são tão bons que no mínimo devem ser citados aqui para preservarem sua honra.

Super Metroid

Esse jogo simplesmente me causa horríveis calafrios, é sinistro ao extremo. Se acha que não, então escuta a música de abertura e me diga se conseguiu ir ao banheiro sozinho nos últimos dias.

Metroid, para quem não conhece, é uma das mais famosas franquias da Nintendo. Seu primeiro jogo, Metroid, lançado em 1986, foi um dos mais populares jogos do NES, inovador por ser um jogo de side-sroller que tinha muitos elementos do gênero mas que exaltava mais a exploração e retirando o conceito de fases, logo, o jogo todo era meio que uma fase só. Para ser mais claro, deve-se dizer que o jogo todo é um labirinto em 2D. Não era lá um jogão, mas era original, único e bom.

Depois lançaram Metroid II: Return of Samus para Game Boy, um jogo fraco que não conheço alguém que ligue para ele.

E mais tarde em 1994 surge (música épica por favor) Super Metroid! O último jogo desta trilogia e diga-se de passagem, é o melhor! É fascinante a forma como o jogo consegue colocar ação e plataforma na dose certa em um cenário completamente explorável. Por não ter fases, você como jogador deve ir obtendo itens e equipamentos que te ajudem a passar por lugares que antes não eram possíveis. Esse foi um dos ingredientes principais da fórmula para criar esse jogo com certeza.

Por pouco, repetindo, POR MUITO POUCO Super Metroid não entrou na lista dos melhores.

Street Fighter II: Turbo Hyper Fighting

Ah, Capcom... Sempre lançando milhares de versões diferentes do mesmo jogo...

Street Fighter II originalmente foi lançado para os árcades em 1991. Mais tarde recebeu seu port para Super NES e rapaz, foi um dos jogos mais vendido do console (Ficando atrás somente de Super Mario World, Donkey Kong Country e Super Mario Kart) e provavelmente o motivo de muitas pessoas para compra-lo.

E verdade seja dita, é um jogo de luta sensacional, cheio de personagens cativantes!
 
 
OS CINCO PIORES JOGOS!!! 
É agora o momento em que entraremos em uma caverna escura e medonha com criaturas perigosas e assustadoras.

5° Lugar: Mario is Missing
 
Ah, Mario, não adianta estar só entre os melhores, você precisa ficar entre os piores também, né? O Sonic ainda teve jogos ruins no Mega Drive, como Sonic 3D Blast e Sonic Spinball, mas nenhum deles chegavam a ser tão ruins quando Mario is Missing. Você pelo visto consegue fazer uma grande bosta e jogar tudo em cima do Luigi.
 
Para começo de conversa este jogo nem foi feito pela Nintendo, e para piorar é um LIXO de um jogo educativo, que pelo visto ninguém tinha pedido. Temos que salvar Mario usando o Luigi, pois ele está desaparecido, como diz o próprio título.
 
E como fazemos isso? Saímos andando e se aventurando por um mundo colorido e cativante com seções divertidas de plataforma e controles bem programados? NÃO! Temos que andar por várias calçadas maiores que o pau do King Kong sem ter absolutamente nada para se explorar lá, e ainda falando com mulheres em barracas, tirando fotos, respondendo perguntas de geografia e pulando em poucos koopas.
 
Mas nem isso saiu legal, pular em um koopa nesse jogo é broxante, é como se o Luigi passasse diretos por eles sem sofrer nenhum impacto ou efeito de colisão, simplesmente tedioso.
 
Na verdade eu acho que a ideia por trás deste jogo era realmente fazer dele o mais tedioso e chato possível para as perguntas não parecem tão irritantes. Sério, olha só para os cenários deste jogo, são lugares realísticos e nada coloridos, quem picas vai querer ver isso em um jogo do Mario? Quando eu compro um jogo do Mario eu quero cenários vivos, coloridos e alegres, não essa porcaria de realismo com cores fracas predominantes.
 
... E se eu quisesse responder perguntas de geografia eu iria fazer uma prova, não jogar um jogo. Os jogos de videogames servem exatamente para isso, para fazer nós nos esquecermos do mundo real e das coisas que nos assustam, como as provas de geografia.
 
... Quero dizer, não que eu seja ruim em geografia, nunca, não mesmo...
 
Barney's Hide and Seek já era uma prova disso, mas agora que podemos ver Mario is Missing, vamos concluir nosso cálculos matemáticos, a resposta desta questão é: Jogos educativos são uma casquinha de fezes com uma cereja no topo para completar.
 
4° Lugar: Ballz 3D
 
Antes de mais nada, vocês precisam ouvir a música de apresentação deste jogo, ela é bem... Como dizer isso nas palavras certas?... PORNÔGRAFICA!
 
Se não acredita em mim, vai lá ver.
 
Digo, por que colocaram este tipo de música na opening no jogo, quando eu escuto ela a primeira coisa que vem em minha mente é uma prostituta louca mandando ver com um jogador de futebol americano. Para ser sincero isso é meio perturbador, mas ok, só espero que esse jogo não tenha sido vendido para muitas crianças. Imagina só seu pai super feliz colocando seu primeiro jogo no seu SNES novinho com sua mãe sorridente ao lado até que... Opa, espera, hã?
 
 Mas, de qualquer maneira Ballz 3D é uma porcaria gritante e não passa de um jogo de luta genérico com personagens que são um monte de bolas empilhados. Se um dia precisar de algo para colocar em baixo do pé daquele móvel que está torto, use uma fita deste jogo.
 
3° Lugar: Beethoven: The Ultimate Canine Caper
 
Ah esse jogo... AH ESSE JOGO!
 
Não é nenhuma surpresa para ninguém que a maioria dos jogos baseados em filmes são geralmente uma porcaria, certo? Eu não estou generalizando, sério, até porque conheço casos de jogos baseados em filmes que são ótimos, como Alladin, Moonwalker e GoldenEye 007. Mas para cada um jogo bom baseado em um filme tem mais outros dez ruins. E Beethoven: The Ultimate Canine Caper não foge desta regra.
 
Cara o jogo é péssimo, tudo à sua volta te trás danos, até meras e inofensivas maçãs. Digo, geralmente ela nos dão bônus ou vida nos outros jogos, por que aqui ela nos fere?
 
Os controles também são horríveis e o jogo quer que você controle a velocidade do Beethoven para pular obstáculos que requerem ela, isso não é um problema, mas fica irritante quando o cenário é bagunçado e cheio de inimigos zanzando para lá e para cá, você não tem a menor possibilidade de executar alguma ação direito.
 
Enfim, pelo menos esse jogo se esforça em alguns momentos para ser um jogo bom...
 
2° Lugar: Captain Novolin
 
... Já não posso dizer a mesma coisa desse monte de tourobosta aí em cima.
 
 Captain Novolin é um caso curioso, pois quando eu jogo ele não sei se estou jogando um platformer ou um jogo educativo...
 
Jogo educativo...
 
JOGO FUDENDO EDUCATIVO!
 
DE NOVO NÃO, NÃAAAAAO!
 
..... Foi mal galera, é que ainda não passou o susto. Onde eu estava? Ah sim, no jogo educativo. Acho que nunca imaginei que a união de duas palavras tão inofensivas pudessem gerar algo tão monstruoso.
 
Whatever, o que importa é que esse jogo é horrível de qualquer maneira, a começar que nele você controla um... Erm... Bem, esse cara medonho aí na imagem. Não, sério, olha esse rosto, ele não te dá frio na espinha? Eu tenho uma forte vontade de socar minha própria cara quando vejo isso, sem brincadeira.
 
Mas ok, esse é o protagonista, o Novolin enfrenta os doces açucarados para enfrentar as diabetes e controlar sua saúde. Não, é verdade, logo no início o jogo quer te mostrar qual é o nível saudável de glicose no sangue e depois te ensinar a injetar remédio na veia.
 
E logo depois o jogo começa e temos que controlar Novolin nas ruas de "não sei aonde" e ir desviando dos doces e pegando comidas saudáveis, como banana. Até aí beleza, mas controlar ele é um cocô, desviar dos inimigos é impossível, eles aparecem do nada e você tem que ficar decorando a hora exata para evita-los.
 
Enfim, é só um jogo desgraçado do início ao fim e só servirá para te deixar puto da vida e viver o resto dos anos traumatizado.
 
1° Lugar: Hong Kong 97
 
E em primeiríssimo lugar vem este grande clássico dos clássicos! Hong Kong 97 faz um fama enorme justamente por ser uma das cagadas mais épicas de todos os tempos. E querem saber? Eu adoro esse jogo!
 
Podem levar a sério o que estou dizendo, tenho três simples motivos para gostar dele, o primeiro é que ele me causa de dores de barriga de tanto rir pela sua comédia involuntária (e olha lá se é mesmo involuntário), segundo que ele me faz ter algo para conversar com as pessoas quando estou sem assunto e acreditem, dá certo! E o terceiro é que esse jogo previu o futuro....
 
É sério, a cidade de Hong Kong só se livrou do domínio britânico em 1997 e o vilão deste jogo, que é um ditador chinês que existe, morreu no mesmo ano de 1997. E Hong Kong 97 foi feito em 1995.
 
Aí, um belo motivo para esse jogo ser lembrado de forma triste e feliz ao mesmo tempo.
 
Mas que merda, o quê bolas estou dizendo?
 
Logo quando iniciamos o jogo nos aparece uma mensagem da Happysoft, a "empresa" que produziu esse lixo, dizendo claramente que se nós quisermos ela vende nossos jogos de SNES e um terço do lucro será nosso, eles ainda perguntam se nós queremos vender seus jogos em nossas lojas e dizem que estão procurando parceiros por todo o mundo.
 
What the fucking shit is that?! O que caralhos eles estavam pensando afinal? Estão tão desesperados em conseguir vender seus jogos que anunciam até mesmo no próprio jogo? E ainda querem revender jogos usados para esgotar o restinho de dignidade que lhes ainda restavam?
 
HAHAHAHAAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA! Não tem como não rir disso, sinceramente. 
 
Ok, o jogo se inicia, vemos a tela de título mais tosca que já existiu e logo após nos é apresentado a história... E ela é digna de bolas, bolas do Bahamut se querem saber.
 
A princípio, no ano de 1997 um bando de "vermelhos feio para caralho" (Sim, esse é o único jogo de SNES que contém um palavrão tão pesado) estão fugindo do continente. A criminalidade estava alta em Hong Kong. Então eles chamam o parente de Bruce Lee, Chin. Este cara é uma máquina de matar, um brutal avassalador de pessoas, ele é tão poderoso que podia mostrar o dedo do meio para o Sylvester Stallone e o Osama Bin Laden juntos, acabar com eles usando palitos de Hashí e ainda conseguir dormir a noite com as mulheres deles.
 
E assim o governo de Hong Kong chamou Chin para matar exatamente todos os 1.2 bilhões de comunistas vermelhos espalhados pelo mundo inteiro. Porém havia um projeto ultra secreto em processo na China, este seria transformar o falecido Tong Shau Ping em uma suprema arma de destruição em massa.
 
E esse é simplesmente o enredo mais escandalosamente épico que já existiu no mundo! Digo, imagina só um filme com essa premissa, um homem só derrotando um exército vermelho de seguidores do Joseph Stalin em Hong Kong no ano de 1997 usando apenas suas técnicas de artes marciais lutando contra um ditador chinês que se transformou em uma suprema arma com poderes inimagináveis!
 
Meu deus, isso até parece aquele filme chinês de 2004, Kung Fusão, ou pelo menos é tão absurdamente mortífero quanto.
 
... E olha que isso é só a história.
 
... E ela é uma porcaria...
 
... Mas, uma porcaria divertida.
 
A jogabilidade é a mais sádica que já existiu em um console 16-bits. Nós controlamos Chin em um cenário aleatório e temos que atirar em todos os inimigos que aparecem na tela, se levarmos um tiro ou encostarmos neles o jogo dá Game Over e reinicia normalmente. Mas se conseguimos nos manter vivos por um longo tempo, a cabeça gigante de Tong Shau Ping aparece para tentar nos destruir, ao derrota-la os inimigos voltam a aparecer. E o gameplay no final é esse looping infinito tedioso e irritante. Isso não é um jogo, é um teste de paciência. Talvez se matássemos todos os 1.2 bilhões de comunistas quem sabe... Nah, eu não estou afim de descobrir...
 
... Ou será que estou?
 
E para encerrar, só tenho uma última coisa à dizer, a trilha sonora deste jogo é uma obra-prima! 
 
 
Enfim chegamos ao fim da lista e tenho que dizer, foi uma honra escrevê-la. Tive que re-jogar todos os títulos das listas e foi prazeroso. Claro, menos os das listas dos piores, eu tive que jogar um por um e quase me suicidei jogando eles.
 
Mas, o quê importa é que consegui resumir tudo aqui, tive que deixar outros grandes jogos de fora infelizmente, como Super Castlevania IV, Breath of Fire II e Mega Man X. Talvez um dia eu edite isso aqui e tente falar deles.
 
E... É isso, espero que essa postagem tenha clareado as dúvidas de muitos e aguçado a curiosidade de vocês para conhecerem majestosas masterpieces dos consoles da melhor geração de games da história. E como disse uma vez o Angry Videogame Nerd:
 
Vida longa aos 16-bits!

Comentários
2 Comentários

2 comentários:

  1. bons tempos!!!!area 88, gradius 3, super mario world, nigel mansel e super metroid!!!!meus preferidos da época...valeu!
    helinux disse!!!!

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  2. Só os olds vão lembrar desses jogos haha entrem nos grupos de whatsapp: http://www.gruposdewhats.com.br/

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