12 abril 2015

Sobre esse tal filme "Pixels"...

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Esses dias eu estava navegando inocentemente pela internet vendo notícias e tudo mais, até que de repente um dude me mandou um vídeo do trailer de um "filminho" aí. Eu não esperava grande coisa, afinal, os filmes que vem sendo lançado ultimamente não tem me causado grande ânimo e nem vontade de assisti-los, sinceramente. Mas, aí eu vi este trailer de um longa que será lançado neste ano, e bem.... 

O trailer começa nos mostrando um foguete sendo lançado pela NASA em 1982 como uma simples tentativa de contactar outras formas de vida fora do nosso planeta e mandar um mensagem de paz. Nele estavam algumas informações em relação à nossa cultura e costumes... Bom, pelo menos é isso que deveria ter lá, mas, parece que só tinham alguns jogos de Atari e um cubo mágico... Sim, com certeza, se vamos mostrar todo o potencial da raça humana para outros seres de inteligência, por que não através de videogames 8-bits? Nossa caras, genial! Mandem uns CD's do Naruto aí se tiverem também.

... Ok, eu vou engolir essa. Vou tentar, pelo menos, já que é um trailer inofensivo não deve ser só isso... 

Até aí firmeza, mas, parece que os "alienígenas" não compreenderam bem aquela mensagem de paz, e a interpretaram como uma ameaça. É, uns quadros pixelizados em movimento em uma tela plana realmente são tão assustadores que eu tenho pesadelos com eles me estuprando de noite. Tá, daí então mostra o planeta terra sendo invadido por esses seres de outro planeta, e as armas que eles estavam usando eram... Os personagens de videogame vivos? 

HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA, essa foi boa, legal..... Espera, isso é sério? Tipo... Sério mesmo?.... Sem brincadeira?... Ok. 

É, videogames estão atacando nosso planeta com a desculpa mais tosca que já existiu, mas beleza, vamos tentar aceitar isso por enquanto. Não, deixa para lá, isso tudo vai por água à baixo quando vemos Adam Sandler interpretando o papel principal. Quando eu vi o cara pensei: "Fudeu". 

Não levem a mal, eu não tenho nada contra o Adam, até gosto de alguns de seus filmes, como "Click", "Como se fosse a Primeira Vez" e "Gente Grande". Mas, caso vocês não tenham notado, em todos esses filmes Adam atua, na prática, com o mesmo papel. Sim, ele atua bem, mas dentro do seu próprio estereótipo. Então não dá para esperar algo diferente desta vez, dá? 


Daí então mostra umas cenas do Pac-Man destruindo tudo por aí e o Adam, que achava que o cara era bonzinho, se pergunta se ele é do mal, depois mostra Donkey Kong no alto das suas estruturas metálicas vermelhas jogando o barris para cima de Adam e seus trutas que parecem estar usando uns uniformes dos Ghostbusters. Depois mostra mais videogame matando geral pelas ruas e tudo mais, incluindo uma cena do Peter Dinklage dirigindo um carro gritando "Ohhhhh Yeaaaaaaaah!" e os protagonistas falando que só eles podem fazer isso porque eles jogavam em fliperamas ou sei lá. Daí então uma moça dentro de uma base militar apresenta aos heróis o criador do Pac-Man, Tohru Iwatani (Obviamente é um ator interpretando ele) e logo em seguida vem uma cena em que ele quer chegar perto do "come-come" e os outros falam para ele não ir e ele diz algo como "Ah vão se ferrar, eu sou o pai dele e eu criei ele". Claro, Itawani teve uma expressão de enorme felicidade ao ver ser "filho", e quando o mesmo tenta fazer carinho nele, Pac-Man morde sua mão fora e ele sai gritando "Taqueparil! Alguém acabe com esse bicho idiota!". 

... Admito que essa cena foi engraçada. 

E assim terminou o nosso trailer. Como posso explicar minhas reações ao assisti-lo? O quê vem às nossas mentes quando vemos um trailer destes? 

Será que a Sony Pictures não vem tendo ideias melhores nestes últimos tempos não? É quase como se os seus roteiristas estivessem em uma sala bolando ideias para um filme chato e genérico de ataque alienígena até que algum genius lá no fundo gritou "Eu tive uma ideia! E se a gente enfiasse um monte de videogames no enredo para deixá-lo legal?". Por incrível que pareça o cara do fundo ganhou uma promoção na Sony Pictures com sua ideia super original. 

Tá, mas, por que tinha que ser um enredo tão forçado, quero dizer, querem fazer um filme sobre videogames? Olha aí Detona Ralph, tem um roteiro original e não é como se os personagens de videogame tivessem sido enfiados de qualquer jeito lá no meio só para trazer mais atenção pro filme. 

"Detona Ralph" é um filme que já se passa no mundo dos videogames, sugerindo algo fantasioso, é oferecido um ambiente agradável e interessante. 

Já "Pixels" parece forçado e genérico demais e só o que está salvando ele são os personagens dos games. Digo, nada parece fazer sentido nesse enredo, nada mesmo. Mas, eu não posso criticar muito, afinal só temos aí os trailers e teasers, apesar dos apesares, essa postagem foi só um palpite de que provavelmente esse filme vai ser só mais uma tentativa boba de criar um longa-metragem que tenta homenagear jogos de console. Eu sinceramente não espero muita coisa disso aí, mas..... 

... Vamos esperar o filme sair e aí a gente discuti, né? 

07 abril 2015

Mario Kart 8

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Finalmente este blog idiota está recebendo a review de um jogo novo

Como a maioria deve saber, eu nunca fui lá um grande fã dos jogos do Mario. Quero dizer, eu sei que eles são ótimos, em maioria são todos bem desenvolvidos e respeitam e evoluem dentro da essência da série, podiam ter inovações, mas, no fundo ainda eram os mesmos jogos (Coisa que eu queria que um certo ouriço azul fizesse). Os jogos do Mario são persistentes e não alteram o que já está bom, mas, durante minha infância eu fui um grande fanboy do Sonic (Pasmem!) e sim, amava e idolatrava todos seus jogos. Então sempre que eu começava a jogar Mario acabava me lembrando do Sonic e então mudava de jogo. Evans seu idiota, olha o tanto que você perdeu por pura e simples arrogância! 

Claro, hoje em dia eu já joguei muitos jogos do encanador da Nintendo. Depois que passei a apreciar a qualidade deles, não quis parar mais... 

De qualquer maneira eu comprei um Wii U (porque sim, e explicarei em outra postagem o porquê disso) e um dos seus jogos que mais me deixaram ansioso para comprá-lo foi o fucking polidamente polido Mario Kart 8! Por que, né? Como não se entusiasmar para jogar um jogo destes? Enquanto via vídeos deste game no You Tube ficava cada vez mais louco para comprá-lo, você dirige em pistas antigravitacionais, voa, corre por baixo da água, customiza seu kart, etc, senhor, foi simplesmente sensacional só de olhar aquilo. Cara, esse jogo sim é um prato cheio de hype que até o fã mais pobre da Nintendo venderia sua alma para o demônio só pra poder comprá-lo. 

É, eu sei que a galera da Nintendo teve que suar até nas nádegas para produzir os novos jogos do Wii U, afinal, as vendas do console foram baixas e, mesmo ele sendo potente e bem desenvolvido, ficou devendo muitos nos gráficos em comparação á os outros concorrentes. Mas, Mario Kart 8 ainda impressionava com os gráficos, são tão detalhados que quando eu os vi pela primeira vez na minha TV meus olhos explodiram feito saco de pipoca industrializado que ficou cinco horas no microondas. As córneas dos meus olhos e partes do meu cérebro foram parar teto inclusive. 

...

Então eu fui atrás do joguinho de corrida aí em cima e fiquei muito feliz por ele ter sido meu primeiro artefato que garante horas de diversão, na verdade acho que não poderia ter ficado mais feliz. Não, ele não é tudo isso que o pessoal aí fala, é bom, ótimo, magnífico, mas não perfeito. Então vamos logo para esta review e descobrir se esse jogo é mesmo bom! YEEEEEEEEI!

Alguém me lembre mais tarde de mandar uns Doritos pro pessoal que fez esse jogo. 

Já que eu comecei falando nos gráficos... 

"Como assim tem um avião pousando aqui atrás Yoshi?!"

Antes de mais nada, nesta review não haverá argumentações quanto a história do jogo. Por que? Porque esse jogo não tem história ora essa! São apenas uns amigos apostando corrida em karts perigosos em pistas que podem te matar, só isso! É, eu sei que é óbvio, mas tinha de ser dito. 

Enquanto aos gráficos, eu tenho que admitir e aplaudir à Nintendo como se fosse um daqueles caras da platéia que continuam batendo palmas mesmo que os aplausos tenham acabado. Jeez! Eu sou um idiota mesmo, mas, fazer o quê? O jogo é mais lapidado que o fusquinha Herbie! Eu disse ali em cima que ficava louco quando assistia os vídeos e trailers deste jogo, certo? Pois bem, isso tudo ficou melhor ainda quando comecei a jogar e ver tudo que estava à meu dispor. 

As cores são contagiantes, os cenários tem uma atmosfera linda, os detalhes são... Oh boooooy! E antes de mais nada, destaque para as pistas na neve e no deserto onde os pneus dos karts ficam "sujos" com o tempo em que corremos, e ao entrar na água ficam limpinhos. Aliás, quando nós saímos da água, os personagens ficam com um aspecto encharcado e a tela em volta fica "úmida". Sério, esse lance com a água é gratificante e eu quase tive um orgasmo quando vi os pneus pegando uma "corzinha". 

Os cenários tem uma atmosfera bem cativante também, as pistas tem vários tipos de ambientações que se esforçam ao máximo para trazer mais realismo surreal. Além da já citada água, os efeitos de luz também são cativantes e ao olhar para longe no cenário os locais afastados ficam "embaçados", que aliás fica um efeito lindo. Os gráficos se mostram ser um dos melhores já vistos para o Wii U. Sabem Sonic Unleashed e seus gráficos que pareciam uma "CG jogável"? Pois então, Mario Kart 8 traz a mesma sensação, ou talvez até melhor. O chão não tem texturas esticadas, os carros brilham e parece que tudo neste jogo se esforça ao máximo para deixar o ambiente limpo e carismático. É como se ele dissesse a todo momento "ME AME!". 

Tá, eu admito que os gráficos são muito bem polidos e a atmosfera das pistas são espetaculares, porém, eu acredito que havia a possibilidade de se sair melhor em certos momentos. Quero dizer, eu estava no deserto, mas, nem tudo acontecia como se estivéssemos em um, os carros não fazem tanta fumaças de areia quando corriam e não me lembro exatamente de ter visto marcas de rodas no chão (Na verdade tinham, mas, eram quase imperceptíveis). Sim, eu sei, eu pareço um chato reclamando destas coisas, mas, é só para ficar claro que nem tudo neste jogo ficou perfeitamente perfeitinho. 

E não me venham com "Ain mas o console não aguenta mais". Aguenta sim! Se aguenta pneus sujos, efeitos de luz e sombra, cores fortes e aspecto úmido, com certeza aguenta mais um pouco! 

E pros curiosos, fiquem sabendo que o jogo roda a 1080p em mais ou menos 60 frames por segundo.

Tem certeza que são só karts? 

"Mas, que merda você está fazendo no meu jogo?" 

Saibam que isso não é apenas um jogo de corrida, mas de estratégia e sorte também. Todos já devem estar calejados de saber que Mario Kart é um jogo que depende muito da sorte, você pode ficar na primeira posição só de usar um item no último momento, são jogadas cruciais meu caro. Mas, neste jogo as coisas são um pouco mais diferentes, levando também em conta a habilidade do jogador em diversos momentos. Os controles de drift são suaves, mas, muitas vezes necessitam de bastante técnica dependendo da curva que está vindo. Controlar o tempo do drift também é um toque bacana, se for por bastante tempo você ganha um turbo, e quanto mais tempo controlado, melhor o turbo! 

Claro, todos sabem que usar drift com turbo não é uma inovação nem nada grandioso, porém, desde que comecei a jogar Mario Kart 8 esses controles foram muito precisos e até fizeram grande diferença em muitas corridas. São simples de se usar e requerem habilidade, duas coisas que combinam perfeitamente. Se é uma inovação na série que pode deixar o jogo mais desafiador sem perder o brilho, por que não? 

As rampas também aumentam o desafio. Ao passarmos com velocidade por elas e apertarmos o botão de pulo, os personagem fazem "pose" enquanto voam e ao aterrissarem ganham mais turbo. É, isso é outra coisa que aumentou o charme deste jogo se querem saber. Na verdade há lugares que não tem como ver se é uma rampa ou não, resultando em muitos momentos de descoberta gratificante. 

Mas não é só isso, o level design das pistas são claramente bem arquitetados e desenvolvidos. Além deles serem incrivelmente variados, mesmo que todos utilizem os mesmos recursos da jogabilidade, os desafios em cada uma das pistas é uma experiência nova. Algumas pistas focam em corridas antigravitacionais, outras são mais lineares, outras são mais abertas e cheias de caminhos alternativos, outras tem várias gimmicks divertidas, outras não são circuitos, e assim vai. Nunca foi tão excitante querer jogar a próxima corrida e descobrir o quê virá a seguir. Isso melhora mais ainda o ritmo do jogo. Eu mesmo nem queria parar de jogar sendo que estava cada vez com mais vontade de continuar jogando. 

É, são poucos os games que conseguem fazer este truque de mágica meu amigo. 

Ah, também tem as belas seções antigravitacionais. Funcionam da seguinte maneira, ao passarmos por um feixe de luz azul as rodas dos karts ou motos se viram e ganham um neon azul sinistro, e então corremos de ponta-cabeça ou de lado mesmo. O que parece ser apenas uma adição estética, é na verdade uma boa adição às corridas, nas seções antigravitacionais os karts conseguem velocidade com mais facilidade ao baterem um no outro, chega a ser divertido tentar bater no kart adversário só pra ganhar um boost extra. 

E não só é legal as corridas antigravitacionais, como também o jogo nos coloca em seções de vôo e aquáticas. Voando temos a chance de pegar atalhos e itens, e na água não é muito diferente do que estar no solo... Mas, ainda sim é legal, afinal, estamos dentro d'água! 

Lembrando que estamos falando de um "jogo casual" de corridas entre karts...


Mario Kart 8 também tem um senso interessante de estratégia (Por mais que isso seja um jogo que funcione na base da sorte). Você deve ficar esperto com o veículo, roda e asa que serão usados na corrida, pois, cada um tem seus valores divididos entre velocidade, tração nas rodas, aceleração, controle, etc. E não só o veículo como também o próprio peso do personagem influenciará estes valores, como foi o meu caso jogando com Bowser e seus movimentos pesados, mas que tinha uma velocidade bem maior. 

E daí que eu jogo com o Bowser, hein? Aliás, ele é muito transudo, pois é o único no jogo que faz filhos... 

... É, eu sei no que você pensou seu pervertido de merda. 

Enfim... 

Além do mais, é possível pegar vácuo dos adversários, ganhando um mega-impulso para ultrapassa-los. Eu não usei isso muitas vezes durante o jogo, mas, nas poucas vezes em que eu usava, esse impulso foi uma grande e apocalíptica ajuda, e bota grande nisso aí... (eu já mandei você parar com esses pensamentos não mandei?). E não só isso, mas ficar em primeiro lugar não é tão agradável quanto parece. Sério, o infeliz do corredor em primeira posição (que provavelmente somos nós) só pode receber três itens diferentes ao pegar a caixa de itens: Bananas, cascos e moedas! Mas quê!? E quanto mais próximo da última posição nós estivermos, mais chances teremos de pegar os filés mal passados, ou seja, os melhores itens. 

Aí, gostei, isso sim é justiça!... Isso é justiça, né?

Lembrando que nem todos os itens são usados unicamente para o quê foram criados para serem usados nas corridas. Você pode usar o Super Horn, por exemplo, para cancelar qualquer casco, além de atrapalhar algum adversário. As bananas que giram em torno de você podem ser usadas com escudo também. Eu achei bem interativo a forma que podemos usar cada item, deixa o jogo mais dinâmico se querem saber e não tanto casual, mas, mais insano. 

Só pra constar, há muitos itens legais nesse jogo, tem até um em que a gente vira uma bala de canhão gigante e sai voando loucamente atropelando todos. Também tem uma planta carnívora que fica na frente do kart comendo moedas e inimigos enquanto da uns turbo de graça. Maravilhosamente variado. A única parte decepcionante é o fato de não podermos segurar dois itens de uma só vez como nos jogos anteriores... 

É, eu sei, isto está cada vez menos casual, mas, devemos lembrar que o Wii U é um console que foi feito pensando nos gamers, ou seja, não foi pensado como um simples produto que divulga diversão humilde, mas, que roda jogos de verdade. 

Desculpa se ofendi você e seu Wii Sports. 


O jogo tem um grande elenco de personagens, mas, ao mesmo tempo a gente se sente decepcionado com a falta de alguns. Em Mario Kart Wii nós tínhamos Diddy Kong, Funky Kong, Bowser Jr, King Boo e Dry Bones. Eram personagens legais de serem destravados e todos gostavam. Mas, enquanto isso em Mario Kart 8 não tem nenhum deles e os únicos personagens destraváveis são os mais tediosos que eu já vi. Bem, a não ser que você seja fã dos filhos do Bowser e dos incrivelmente genéricos Metal Mario e Pink Gold Peach. 

Sim, sei que tem a Rosalina e a Toadette como destraváveis, mas elas foram as únicas que me excitaram... No bom sentido, claro. 

O resto são personagens que geralmente estão presentes nos outros Mario Karts, como Mario, Luigi, Peach, Toad, Yoshi, Daisy, Bowser, Donkey Kong, Wario, etc. São os melhores e os únicos que joguei ao longo das corridas. Alias, além do jogo não ter um elenco de personagens que é lá essas coisas, o modo como vamos desbloqueando os corredores secretos é tedioso, pois temos que ficar juntando moedas e assim aleatoriamente abrir um corredor secreto de cada um... 

Aposto que o Link melhora um pouco as coisas. Ah é, tem como jogar com o Link neste Mario Kart. Mas, tem que pagar uma dilminha pra Nintendo se você quiser pegá-lo. 

De qualquer maneira este jogo é ótimo no quesito de jogabilidade. Há sempre inovações, mas, essencialmente é o mesmo jogo, sendo agradável desde a época do Super Nintendo. Os controles são precisos e simples e o level design das pistas é de longe o ponto mais forte da interatividade com o mundo oferecido pelo jogo. 

Ah é, a trilha sonora... 


Eu realmente não sei se essa box art é oficial, mas porr* olha isso! Dane-se, tem o direito de estar aqui no blog. 

Enfim, lembram quando os jogos do Mario tinham uma trilha sonora incrivelmente bem composta e produzida, a ponto de botar qualquer outro jogo de plataforma nas fézes do Bahamut?... Pois é, eu também não me lembro disso. Ok, é verdade que o forte do nosso amigo bigodudo nunca foi nas músicas. Em seus jogos clássicos muitas delas se repetiam nas fases e em alguns jogos estavam lá apenas para darem um hyper core ao momento. Sim, eu sei que foram marcantes (e como foram), mas o ponto onde quero chegar é que até hoje o Mario mantém músicas de qualidade, mas, nada mais além disso. 

É seu nintendista, pare de ficar lambendo o pênis dos jogos do Mario como se eles fossem sexo em forma de videogame. 

De um jeito ou de outro, as músicas de Mario Kart 8 são boas, mas, eu senti que elas ficaram devendo. Ainda que eu tenha gostado, não consigo me lembrar de muitas delas, a não ser uma e outra e a que toca na pista "Mario Circuit". Enquanto o resto é de certa forma um pouco genérico por mais que consiga remeter ao momento e ambiente em sua melodia. Então, não é como se este jogo tivesse uma trilha sonora incrivelmente foda ou algo assim, mas, ela é decente e serve perfeitamente para o jogo.  

A dublagem também ficou boa em quase todos os personagens... Isso mesmo, "quase". Por mais que eles apenas falam coisas como "Yeaah" ou até outros tipos de jargões populares, alguns falam coisas marcantes como o próprio Luigi que diz "Luigi is the number one!" quando ganha uma corrida. Porém, eu realmente não consigo gostar da voz do Donkey Kong, ela é irritante e não se parece nada com um macaco burro, e sim com um cara gordo tentando imitá-lo! Ah, eu sinto vontade de desligar o console quando jogo com ele, jesus! 

Considerações Finais 


Sim, Mario Kart 8 é uma masterpiece, por mais óbvio que essa afirmação seja. Os gráficos são maravilhosos e exploram demais toda a potência do nosso novo console da Nintendo, cenários cativantes, ambientes surreais, gráficos polidos, etc. E como sempre temos um jogo divertido de corrida que vai sempre nos animar com sua jogabilidade cativante. 

Mario Kart 8 é sem dúvidas um motivo para você comprar o Wii U e também um jogo que vai aumentar sua popularidade. Eu já joguei muitos Mario Kart's, mas, nunca joguei um tão belo e magnífico igual à esse, tudo saiu excelente, com exceção à alguns errinhos aqui e ali. Se você ainda não comprou esse jogo, vá agora fazer isso antes que eu mande meus capangas destruírem sua casa. 

E... É isso meus amigos, esse blog finalmente recebeu uma review de um jogo mais moderno e agora eu posso sair por aí peidando na cara dos outros blogueiros que não podem fazer o mesmo. Sutilzão, né? Eu sei que deveria ter postado a neo-review de Pokémon Yellow, mas, vocês me conhecem amigos, sabem como sou... 

Até o próximo post! 

História:  
Sons:
Jogabilidade: 10 
Gráficos: 10 

Prós: 
Controles bem precisos 
Level Design impressionante 
Esses gráficos foram lapidados por deuses 
Trilha sonora decente 
De certa forma é um elenco grande de personagens
Esqueci de falar, mas esse jogo tem um grande fator replay  

Contras: 
Alguns personagens são tão interessantes quanto queimar uma formiga no sol 
Cara, por que fazem isso com a voz do Donkey Kong? 

Nota Final: 9.4